Jan 29, 2022 Last Updated 8:32 AM, Jan 26, 2022

COREIA DO SUL: EXIGIR A DIGNIDADE PERDIDA ATÉ AO FIM

Categoria: I Nostri Dicono
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São poucas as que ainda estão vivas, mas mesmo assim não desistem de exigir ao governo japonês um pedido formal e sincero de desculpas e compensação por terem sido usadas como escravas sexuais durante a Segunda Guerra Mundial.

E já lá vão 22 anos que semanalmente um grupo cada vez mais diminuto de “avozinhas” se concentra diante da embaixada japonesa em Seul, exigindo que lhes seja feita justiça. O protesto, organizado pelo Conselho das Mulheres Recrutadas para Escravatura Sexual, começou a ser realizado a partir do dia 8 de Janeiro de 1992 aquando da visita do então primeiro-ministro japonês Kiichi Miyazawa a Seul.

Ao todo, foram 1.108 vezes que um grupo de antigas escravas sexuais se juntou semanalmente praticamente sem interrupção. As mulheres, que inicialmente tinha vergonha de aparecer em público, começaram a participar regularmente a partir do sétimo protesto. Entre as “pioneiras” deste protesto estavam Kim Bok-dong e Kim Won-ok (actualmente com 88 e 85 anos, respectivamente) e a elas se juntaram 200 activistas e estudantes provenientes de todo o país.

Na passada quarta-feira, ambas sopraram velas com voluntários para assinalarem o 22mo aniversário dos protestos, sempre em frente à embaixada japonesa. Entretanto, o governo japonês tentou bloquear os planos do governo sul-coreano de organizar uma exibição no decorrer de um festival internacional de banda desenhada em França, na qual foi exibida uma síntese desta luta pela reconquista da dignidade.

A exibição consistiu de vinte histórias de banda desenhada e quatro vídeos centrados no sofrimento das vítimas. A embaixada japonesa em Paris pediu à organização do festival que impedisse a mesma, argumentando ser “inapropriada” para um festival do género. Porém, os organizadores rejeitaram tal pedido. Decorre também nos Estados Unidos uma campanha de sensibilização sobre o tema das atrocidades cometidas pelas forcas japonesas durante a ocupação da Coreia, com o objectivo de incentivar as autoridades japonesas a uma “acto de contrição” semelhante ao da Alemanha. 

 

 

 


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