Ao longo dos anos, mais de 14 mil pessoas em situação de miséria e
precariedade foram assistidas por esta vasta comunidade. No passado dia 8 de Setembro, dia do 30º aniversário
de fundação, o padre João Oh Woong-jin, fundador desta instituição, dizia no seu
discurso que “Kkottongnae foi fundada com base numa nova Aliança com Deus.” Pedia depois aos
participantes que vivam a vida metendo em prática os ensinamentos do Evangelho, sobretudo os que são
descritos em Mateus 25:40: “Sempre que fizestes estas coisas a um destes meus irmãos mais pequenos, foi a Mim
que o fizestes.”
Presidiu à celebração o Rev. Chang Bong-hun, Bispo de Cheongju. Na homilia, disse que “Kkottongnae deu, entre outros, 3 frutos muito importantes nos últimos 30 anos. Primeiro, abriu espiritualmente os olhos das pessoas para que vivam a vida servindo e amando Deus. Segundo, fez com que muitas pessoas vivessem uma vida de dedicação, serviço e partilha. Por último, salvou muitas vidas e muitas famílias.” Salientou também o facto de que os frutos desta grandiosa “árvore de amor e serviço” são resultado do amor, sacrifícios e dedicação fervorosa dos religiosos que ali trabalham.
Pessoalmente, não tive ainda oportunidade de visitar esta obra, a qual, sendo uma instituição que mexe com somas imensas de dinheiro, esteve à uns anos atrás envolvida num escândalo que abalou seriamente esta instituição. Foi precisamente um caso que envolvia o fundador, mas sendo esta uma obra com grande prestígio, o público em geral “fechou os olhos” e decidiu continuar a dar prova de confiança à mesma.
Sei que faz de facto um trabalho notável e que contribui em boa parte para a imagem positiva que a nossa Igreja Católica tem aqui nesta canto do Extremo Oriente.
Presidiu à celebração o Rev. Chang Bong-hun, Bispo de Cheongju. Na homilia, disse que “Kkottongnae deu, entre outros, 3 frutos muito importantes nos últimos 30 anos. Primeiro, abriu espiritualmente os olhos das pessoas para que vivam a vida servindo e amando Deus. Segundo, fez com que muitas pessoas vivessem uma vida de dedicação, serviço e partilha. Por último, salvou muitas vidas e muitas famílias.” Salientou também o facto de que os frutos desta grandiosa “árvore de amor e serviço” são resultado do amor, sacrifícios e dedicação fervorosa dos religiosos que ali trabalham.
Pessoalmente, não tive ainda oportunidade de visitar esta obra, a qual, sendo uma instituição que mexe com somas imensas de dinheiro, esteve à uns anos atrás envolvida num escândalo que abalou seriamente esta instituição. Foi precisamente um caso que envolvia o fundador, mas sendo esta uma obra com grande prestígio, o público em geral “fechou os olhos” e decidiu continuar a dar prova de confiança à mesma.
Sei que faz de facto um trabalho notável e que contribui em boa parte para a imagem positiva que a nossa Igreja Católica tem aqui nesta canto do Extremo Oriente.






