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JMJ DE MADRID: MÉXICO PRESENTE COM DUAS JOVENS DA CONSOLATA NA JMJ PDF Stampa E-mail
Scritto da P. Elisio Assunção, IMC   
Sabato 20 Agosto 2011 15:16

marinaUm sonho acalentado durante dois anos e que custou suor e sacrifícios: estar em Madrid, representando o grupo de Jovens da Consolata do México. Apaixonada pela Consolata, Marina Jimenez procura na JMJ força para pôr ao serviço as suas capacidades. 

“Não foi fácil vir a Madrid. Passei por muitas dificuldades, mas soube manter a esperança que conseguiria”, confessa Marina Jimenez. Conheceu os Missionários pouco depois da sua primeira chegada ao México. “Numa missão, durante a semana santa, encontrei-os, conhecemo-nos e convidaram-me a pertencer ao grupo de jovens”. A jovem Marina apaixonou-se pelo carisma da Consolata. “Experimentei que todos somos diferentes fisicamente, mas espiritualmente somos um só. Gosto muito do espírito da Consolata”. Sobre o grupo dos jovens da Consolata que participa na Jornada Mundial de Juventude (JMJ ) e em que está inserida, afirma: “Somos uma família, sentimo-nos como tal, como se nos conhecêssemos há muito”.

“Encanta-me! É o melhor que me poderia ter acontecido! É um sonho, cuja realidade está aqui. Há dois anos que eu sonhava estar aqui”, confessa Marina Jimenez. “O que mais me dá prazer é poder conviver com tantos jovens que pertencem à Consolata. Somos de diferentes países, de diferentes idiomas, mas o que nos une é um só espírito. Embora não falemos a mesma língua, podemos entender-nos”. A jovem mexicana alimenta a esperança que a experiência da JMJ tenha consequências na sua vida. “Espero saber como conseguir pôr ao serviço do próximo todas as minhas capacidades. Como poder partilhar com os outros os dons que Deus me deu e poder ajudar. Espero poder entender através das palavras a mensagem que me está destinada.

A realização do sonho de Marina Jimenez passou por diversos obstáculos. “Passei por muitas dificuldades, mas soube manter a esperança de que conseguiria os meus objectivos”. Marina Jimenez elenca algumas: “Começou com a dificuldade de obter a licença dos meus pais e, em seguida, conseguir o dinheiro para poder estar aqui, pagar a passagem”. Para vencer as dificuldades contou com o apoio dos amigos. “A Consolata e outros ajudaram-me”. Com tais ajudas não cruzou os abraços, mas arregaçou as mangas: “A minha irmã e eu sabemos fazer diversos artefactos manuais, como chaveiros e sandálias. Numa exposição de jovens, vendemos bolos, panados e outras coisas que sabíamos fazer. Fizemo-lo para conseguir fundos”. 

 

Bento XVI encontra os seminaristas na catedral de Santa María de Almudena

A belíssima catedral de Almudena, em frente do palácio real, foi o palco do encontro dos seminaristas com o Papa. Durante a homilia Bento XVI apontou um caminho claro para a missão do sacerdote no mundo actual

 “Cristo continua a chamar jovens discípulos para os tornar seus apóstolos, mantendo deste modo viva a missão da Igreja e a oferta do Evangelho ao mundo”, disse Bento XVI, ao olhar para a catedral cheia de jovens seminaristas. “Estais no caminho de uma meta santa: Ser continuadores da missão que Cristo recebeu do Pai”. Bento XVI com vidou os jovens seminaristas a “colocar os olhos n’Ele que pela sua encarnação é o revelador supremo de Deus ao mundo”.

O Papa traçou em poucas linhas o método para formar os futuros sacerdotes. “Devem ser anos de silêncio interior, de permanente oração, de estudo constante e de inserção gradual nas acções e estruturas pastorais da Igreja”.  Os sacerdotes devem “ser santos para não criarem uma contradição entre o sinal que somos e a realidade que queremos significar”.

Bento XVI apontou duas atitudes que devem estar presentes no coração dos seminaristas: “Vivei os anos da vossa formação com profunda alegria em atitude de docilidade, de lucidez e de radical fidelidade evangélica”. A segunda atitude tem a ver com uma “amorosa relação com o tempo e as pessoas no meio das quais viveis”. O Papa lembrou: “Ninguém escolhe o contexto nem os destinatários da sua missão”. E explica porquê. “Cada época tem os seus problemas, mas Deus em cada tempo dá a graça oportuna para os assumir e superá-los com amor e realismo”.

Bento XVI apresentou dois augúrios aos jovens seminaristas. Que Cristo lhes “conceda de O imitar na sua caridade suprema para com todos, sem rejeitar os aleijados e os pecadores”. O segundo voto está relacionado com a proximidade dos sacerdotes com “os enfermos e os pobres com simplicidade e generosidade”. Grandes linhas para a formação de padres enquadrados nas exigências dos teus actuais e segundo o Coração de Jesus.

 

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