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O dia da Consolata foi, como não poderia deixar de ser, celebrado em Inhambane. Já no domingo os missionários, nas suas respectivas paróquias, celebraram com a comunidade cristã local a festa de Nossa Senhora da Consolata.
Na paróquia de Santa Isabel de Guiúa, por exemplo, a festa da padroeira dos Missionários da Consolata foi celebrada justamente na comunidade de Nossa Senhora da Consolata de Malaissa-Nhanala, uma comunidade que surgiu há apenas 4 anos. Num ambiente de festa os cristãos celebraram a sua padroeira. A festa foi solenizada com a celebração de um casamento e baptismos. A jovem comunidade tem motivos para estar orgulhosa do seu rápido crescimento: o número de cristãos duplicou, com 30 novos baptizados e a capela construída há pouco mais de um ano é já pequena para acolher todos os cristãos e simpatizantes. Também no dia 20 de Junho, os missionários da Consolata presentes na diocese de Inhambane, num ambiente mais familiar, reuniram-se na Paróquia da Massinga para juntos celebrarem a festa da sua Padroeira e renovar a sua profissão religiosa. Toda a família consolatina esteve presente: padres, irmãs e leigos missionários. Depois da Eucaristia em memória de Nossa Senhora da Consolata, seguiu-se um encontro de partilha da vida de cada uma das comunidades. O encontro terminou com um almoço de confraternização e visita ao primeiro local de presença da Consolata em Inhambane, Mangonha. Os missionários da Consolata encontram-se na diocese de Inhambane desde 1946, ano em que fundaram a Missão do Imaculado Coração de Maria de Massinga, com sede em Mangonha e a Missão do Sagrado Coração de Jesus de Nova Mambone, com sede em Doane. Logo no ano seguinte chegaram as Missionárias da Consolata. Hoje, 65 anos depois, os missionários da Consolata ainda estão presentes com 4 comunidades: Nova Mambone, Vilanculos, Massinga e Guiúa , assistindo pastoralmente 4 paróquias. Que o espírito Consolatino que inspirou o nosso fundador, beato José Allamano, nos possa continuar a inspirar hoje e sempre, a ser sinal de consolação e de esperança, em Inhambane, ou onde formos chamados a anunciar a Boa-Nova.
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