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Sabato scorso, 19 de febbraio ha avuto luogo la ventunesima pellegrinazione che la famiglia Consolata del Portogallo (IMC,MC e LMC) e tutti gli amici e benefattori organizzano al Santuario della Madonna de Fatima. Un evento che celebra con festa e preghiera il giorno del fondatore, Beato Giuseppe Allamano ogni anno.
Quest'anno secondo gli organizzatori hanno partecipato più de sette mille persone, venute dai diverse luoghi del paese, dove lavorano i missionari e le missionarie. Nonostante la pioggia e il freddo che cadeva sulla città, le persone hanno partecipato con gioia e entusiasmo. Ogni anno è proposto un tema su cui se lavora durante la giornata, quest'anno, approfittando dell'anno europeo del volontariato, il tema che fu scelto fu tolto da un brano de Luca, 10,37 “va' anche tu e fa' lo stesso”. Giovani sparsi nel cammino della via crucis rappresentavano i diversi tipi di volontariato e incentivavano la gente a prendere coscienza dell' urgenza di essere volontario. Dopo che si è conclusa la via crucis, arrivando al Calvario Ungaro, i giovani della città del Porto hanno messo in scena una rappresentazione teatrale sul giudizio finale, per fare vedere alla gente che dobbiamo sempre scegliere il bene e vivere la nostra fede in solidarietà e amore per il prossimo.
La celebrazione eucaristica è stata presieduta da Monsignor Francesco Lerma, vescovo della diocesi de Gurué in Mozambico.
Alla fine della celebrazione, suor Teresa, superiora delle Missionarie della Consolata in Europa, ha detto che stava veramente stupita e commossa dell'attenzione e l'amore che i portoghesi dimostrano verso l'Allamano e la Consolata.
Ecco l'omelia di Monsignor Francisco Lerma:
Peregrinar ao Santuário: “ …como Moisés”.
I.- PEREGRINAR, CAMINHAR NA FÉ
Como Moisés no monte Sinai: vamos ao encontro de Deus.
Peregrinar é toda a vida do homem.
Peregrinar é pôr-se à caminho no seguimento de Jesus.
Peregrinar é sair, partir em caminho de conversão.
Peregrinar é caminhar na fé, acreditar em quem nos chama, caminhar à sua procura, caminhar em esperança de O encontra, caminhar em comunhão, em amor com os que fazemos o mesmo caminho.
II.- EXPERIÊNCIA FORTE DE DEUS
Moisés sente os sinais da proximidade de Deus, a sua voz, experimenta a sua Deus
Na sua vida concreta: “Moisés apascentava o rebanho…” (Ex 3,1-15ss).
Os sinais: apareceu-lhe o Anjo do Senhor, numa labareda de fogo, uma sarça ardente.
O Senhor chamou-o: “Moisés...este lugar é terra santa”.
Recebe a missão: “Vi a aflição do meu povo…Agora vai, eu te envio ao faraó…
Eu estarei contigo…”
III.- E NÓS?
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Hoje renovamo-nos nesta experiência forte de Deus: o caminho de penitência que fizemos (saímos das nossas terras, lares, aldeias, bairros, das nossas ocupações diárias, trabalho…) e pusemo-nos a caminho; esta manhã fizemos a Via Sacra, reavivar a experiência de Jesus…, escutámos a Sua Palavra, dialogamos com Ele, contemplamo-lo até que Ele mesmo nos revele o sentido das Escrituras ao partir o pão, nesta Eucaristia…
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Fortificamos os laços de comunhão que nos unem na nossa Família Missionária da Consolata, em “união de intentos” como queria o nosso Pai Beato José Allamano. Sem comunhão não há Missão. Dela nasce a força da Missão: Que ele sejam uma coisa só, assim como tu ó Pai estás em mim e eu em ti, também eles sejam um em nós, a fim de que o mundo creia (Jo 17, 20-21).
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No nosso mundo. No mundo de Hoje: Missão sem fronteiras geográficas, económica ou culturais. Aqui em Portugal ou na Europa e nas demais nações (“Anunciarão a minha glória a todas as nações…”. Is. 66, 14). O povo ao que somos enviados está aqui, nos nossos lares, nas nossas aldeias e bairros, no trabalho de cada dia… Mas também está em África, nas Américas, na Ásia, na Oceânia.
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Missão como a de Moisés: Libertadora, de formar um povo do que estava disperso. E como a de Isaías: missão de consolação: consola, consola o meu povo.
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Missão como a de Maria: na simplicidade, nas coisas de cada dia, fazendo bem feito e fazendo o que Ele nos disser: na obediência, no silêncio, na oração e contemplação, no serviço e na doação total.
IV.- NO ANO DO VOLUNTARIADO
“Vai…faz tu também o mesmo”).
Tudo isto no espírito do Voluntariado, isto é, dobrando o espírito missionário.
O missionário é um voluntário por excelência, até dar a vida pelo irmão, se for necessário.
O missionário, aqui e além, é um voluntário por toda a sua vida:
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ao estilo do Samaritano do Evangelho (“paixão pelo mundo”: por que sofre, padece, tem necessidade, abandonado, triste, escravizado, marginalizado, oprimido);
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e ao estilo da Samaritana: Paixão por Jesus (sede e fome dele): à sua escuta, dialogando com Ele, saindo em missão.
Vamos renovar a missão cada um de nós, pessoalmente e como família: vamos fazer também nós o mesmo, vamos libertar hoje o seu poço, vamos consolar hoje o seu povo, façamos tudo o que Ele nos disser.
V.- E VÓS, JOVENS?
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Este é o vosso tempo, tempo de grandes crises, (económicas, culturais e religiosas), contradições, situações dramáticas.
Vos perguntais: Qual vai ser o meu futuro perante um mundo que está à nossa frente? Procurai o sentido do que somos e do que fazemos, procurai valores que dêem sentido à vossa vida..
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Tais problemas desafiam-vos. Deveis responder, as crises são oportunidades para respondermos correctamente. Perante grandes desafios são necessários grandes homens e grandes mulheres.
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Há alguém que pode dar sentido à vossa vida: Cristo. Só Cristo e só com Cristo podereis ser homens e mulheres íntegros. Ide por tanto ao seu encontro, com o espírito e a ansiedade de Moisés na montanha; com sede e fome de verdade e de vida como a Samaritana; com a generosidade e doação do samaritano. E no encontro com Cristo encontrareis a Missão: vai e faz tu também o mesmo ao teu irmão.
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