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Moçambique: Consolata lança Revista missionária "Caminhos " |
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Scritto da P. Diamantino Guapo Antunes, IMC
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Domenica 05 Settembre 2010 00:00 |
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Os missionários da Consolata, em Moçambique desde 1925, desde sempre têm comunicado através da pregação e das obras de caridade, de cartas, publicações e mais recentemente também através nas novas tecnologias – internet - com sites e blogs. Na última semana de Agosto iniciou-se uma nova aventura, com o lançamento do primeiro número da Revista "Caminhos". Num país em que a imprensa escrita ainda é o grande veículo de comunicação a Consolata procura ser mais eficaz no anúncio da Palavra. Em Moçambique a imprensa de inspiração católica é quase inexistente e esta nova revista vem ocupar um espaço vazio que há muito esperava ser preenchido. Uma verdadeira pedrada no charco. Este é também um desígnio dos missionários: empenhar-se em defender o direito dos povos a serem bem informados, para que todos possam fazer ouvir a sua voz. A informação deve orientar-se para a formação de uma sã consciência crítica na sociedade.
A revista Caminhos é trimestral e é distribuída por assinatura, vivendo da contribuição dos seus assinantes, leitores e amigos. As suas rubricas principais são: Mundo e Missão; Igreja em Acção; Testemunhos de Vida; Fé e Política; Reflexão bíblica; Espiritualidade missionária, Justiça e Paz, Mundo Jovem; Infância Missionária; Cultura Moçambicana. É uma nova estrada no mundo Missionário, que agora começa em Moçambique. Tem como objectivo informar e formar sobre as actividades da missão da Igreja em Moçambique, na África e no mundo e procura desenvolver as potencialidades que o tema encerra, da evangelização à atualidade. Debruça-se sobre a promoção dos povos; direitos humanos; direitos das culturas; interculturalidade; justiça e paz e integridade da criação, enfim, acontecimentos que respeitam a obra evangelizadora da Igreja. Pretende ser um órgão cristão de informação e formação ao serviço das comunidades cristãs e da sociedade moçambicana em geral. O objetivo é chegar às cidades e às aldeias, a todos do Rovuma a Maputo e onde quer que os seus ecos possam chegar. |